Recursos Humanos felizes e o debate sobre a educação humanizada são temas que dividem opiniões, ainda mais agora com todo o burburinho a respeito do emprego do futuro (e/ou do futuro dos empregos).

A área de Recursos Humanos é considerada por muitos o lado humanista das corporações. Lado que vem sofrendo o impacto das mudanças na tecnologia e na legislação.

Por décadas, áreas humanas foram vistas com certo desdém em comparação com ciências exatas, demonstradas pela prática, por exemplo: ciências naturais, física, química, matemática.

Os cursos com abordagem humanista, passam uma suposta sensação de serem mais fáceis de cursar.

Para a felicidade das futuras gerações, estão surgindo mais professores dispostos a transformar a educação em atividade prazerosa. Docentes pautados em proporcionar uma vivência presente daquilo que o indivíduo deseja para o futuro. E dentro do “balaio das facilidades”, destacam-se áreas como: religião, ética, filosofia, educação física, música, desenho, arte, ciências sociais, história, letras e literatura.

Para que serve estudar grego e a origem latina das palavras quando a tradução instantânea evolui de vento em polpa e logo estará disponível?” – a questão salta diante do futuro cheio de possibilidades que estamos aqui para construir.

Serve para o mesmo que estudar raiz quadrada, protozoários, ácidos alcalinos, tabela periódica, serve para nada e para tudo. Para o que você quiser. E aí está a chave: “para o que quiser”.

Apesar do preconceito de alguns, conhecimento, independentemente de sua categoria, vem com vivência, semântica, sintaxe e aponta sentido crítico, ajuda a ampliar o foco, indica alternativas de soluções e novos caminhos, contribui para que o indivíduo possa decidir com critérios, em todos os campos da vida.

Seja qual for a preferência por determinada área, campo de estudo ou trabalho, humanas e exatas são indispensáveis para a formação de nossa personalidade, nossa forma de agir e ver as coisas que ocorrem ao nosso redor. Não existem cientistas ilustres que não tenham cultivado a razão, assim como não existem filósofos que iluminaram a humanidade sem que tenham sido curiosos e inquietos do ponto de vista científico, por sua vez, muito importantes para por em prática suas teorias e ideias.

O equilíbrio de ambas as faces dessa mesma moeda são o alicerce da evolução, inovação, fundindo pensamento e ciência em favor de uma sociedade.

De volta ao tempo em que o departamento de Recursos Humanos teve também seu papel questionado dentro das empresas, felizmente essa fase ficou no passado. Sua importância cresceu na medida que o RH passou a ser o guardião da cultura da empresa, com profissionais extremamente eficientes em assegurar a perpetuação de tudo o que é bom nessa cultura.  Que faz com que os colaboradores se sintam apreciados, que pertençam à organização e contribuam pra valer. Um departamento respeitado que lidera e acompanha a implantação de processos que proporcionam os ingredientes necessários para a inovação e evolução.

Em outras palavras, o RH é mais que departamento, é a cultura da empresa. E se alguém perguntar: “para que serve Recursos Humanos?” a resposta pode ser “Para tudo o que quiser”.

Façamos das escolas e das empresas lugares para sermos felizes.
E façamos eventos no Reciclar Eventos 😉

Recursos Humanos Mais Felizes
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